
Tentarei ser o menos verossímil possível, aqui. Mas a verossimilhança está presente. Não estranhe. Não se apegue ao sentido desta “Transa Africana” e nem ache que há teor preconceituoso nela. Haveria se usasse os recursos estilísticos da língua, o eufemismo, por exemplo - bastante usado pelo nosso Presidente - tendo: Relação amorosa Africana.
Posto assim, irá entender a “Transa” na qual me refiro.
Posto assim, irá entender a “Transa” na qual me refiro.
- O QUÊ, “TRANSA AFRICANA”. Quanto custa?
- R$ 60,00.
Risos...
???????
Com certeza o caminho era outro e não o de casa. Não tinha o suficiente e isso não seria o problema; havia crediários, agências por ali. Acho que seria uma baita transa. Não sei do lado da africana... Ai de mim... ai de mim...
Engraçado esses tipos de transa trazem em si seus estereótipos, é incrível. Não vemos a transa em sua particularidade mas no seu coletivo. Africana, Japonesa, Brasileira (pagodeira, roqueira e Cult). O que diferencia a transa?
Esqueça a comida, a cultura, o papo aqui é transa; e africana. E desparafraseando Marcos Bagno quanto ao ideal da informação, que por mais que ela não esteja correta, é que seja ela entendida. Assim vos direi, mentira, existe diferença sim nesta "Transa Africana":
A merda da cedilha, porra!
“Transa Africana”. Está na placa do salão de beleza da Lapa.
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